O estar amando, as borboletas no estômago a paixão desmedida e irracional.
O amor em sua essência, o platônico em si.
Amo as dúvidas e as incertezas.
Amo a expectativa da reciprocidade.
Amo os planos que nunca acontecerão, as memórias que nunca ocorreram.
Amo cada vivência e cada lembrança deixadas por elas.
Acho que amo o Amor, porque sem Amor o que resta?
Resta o vazio, resta dor, amargura e solidão.
Mas o amar o Amor não é prerrogativa de solidão?
"Antes para sermos dois, é necessário sermos um!"
Juliana Dato

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